Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta Hoje jogo eu.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hoje jogo eu.... Mostrar todas as mensagens

09/09/2008

Parte I - FASE FINAL 2008: Organização

Outro questionário que terminou, estava directamente relacionado com a organização da Fase Final de 2008 (Espinho), comparativamente à Fase Final de 2007 (Nazaré).
O resultado final, deu uma maioria confortável à organização de Espinho (65%), contra, 27% da organização de 2007 e ainda uns 8% que consideraram as organizações iguais.

No meu ponto de vista (embora seja uma opinião suspeita, pois fiz parte desta organização), em Espinho, tudo correu bem.

O primeiro desafio foi o número de equipas apuradas: 60 equipas, divididas por 6 escalões. O número de jogos era outro desafio consequente destes apuramentos regionais, pois o objectivo prinicipal era promover o máximo de competição às equipas presentes, contrariando uma das criticas mais veemente à Fase Final de 2007, onde cada equipa apenas fez 2 jogos e, desses resultados dependia o apuramento directo para lutar pelo título nacional.
Assim, tentando limar estas arestas, apuraram-se os dois primeiros em grupos de 3, o que levou ao primeiro senão: algumas equipas, claramente fora do espírito do andebol de praia, assim que se viram a jogar para os últimos lugares, preferiram fazer falta de comparência.
Ao nível dos horários, não houve atrasos. O que é de louvar numa prova com tantas equipas e tantos jogos.
Ao nível do alojamento e alimentação as equipas foram sempre encaminhadas da melhor maneira, sendo também aqui de lamentar alguns comportamentos intoleráveis, que levaram a que por exemplo, as equipas se vissem privadas do uso da piscina do parque de campismo, quando esta organização lutou sempre junto da edilidade pelas melhores condições para as equipas.
Depois muito público, muita emoção e competitividade, com a televisão presente pela primeira vez num evento de andebol de praia.
Nota: Este é apenas um artigo sobre a organização da Fase Final. O artigo sobre questões técnicas e tácticas da Fase Final será a Parte II deste artigo.


17/06/2008

adenda...Os árbitros devem jogar ou não?

Ora...parece-me que o meu último artigo tem levantado algumas dúvidas e algumas insinuações: - primeiro, este blogue não está ao serviço de ninguém e sim do andebol de praia em geral;
- segundo, todos podem aqui participar, enviando inclusive artigos de opinião que serão publicados, desde que assinados, pelo que seria interessante ter aqui um artigo do Carlos Capela, um dos defensores da revogação desta regra e do artigo 48º;
- terceiro, não me move nada contra os árbitros poderem participar no andebol de praia. Bem pelo contrário, e daí esta foto espectacular, onde estão muitos dos árbitros, aficionados do andebol de praia, de quem tenho orgulho em poder dizer que são meus amigos e que essa amizade é cimentada numa relação de respeito recíproco. Por outro lado, um dos motivos que me leva a participar no Andebol de Praia é justamente o facto de saber que vou encontrar esta malta, pelo menos uma vez por ano.
Aliás esta foto é o espelho de como deve ser encarado o andebol de praia, embora não tenha sido justo esta equipa poder jogar com aquele jogador internacional (3º em cima, a contar da esquerda), mesmo que por 3 minutos!! De qualquer forma, era injusto para qualquer equipa defrontar este ALL STAR TEAM.

HOJE JOGO EU: JOGAR OU NÃO? EIS A QUESTÃO!!! e outros esclarecimentos, quando se fala por aí de Delegados da EHF

"ÁRBITROS: Chamamos a atenção para o facto de que os árbitros da modalidade não podem participar como atletas em nenhuma destas competições." - in site da FAP, VIII Campeonato Nacional de Andebol de Praia.
Esta parece ser a polémica do momento. Aqui no blogue, informados desta nova polémica, resolvemos questionar os nossos visitantes. Os resultados são claros: 62% confirmam que os árbitros não devem participar no Campeonato Nacional de Andebol de Praia. 31%, vão ainda mais longe e dizem que os treinadores também não devem jogar. Por outro lado, 93%, dizem que no Andebol de Praia, todos devem poder participar.
Em que ficamos então? Os árbitros devem poder jogar ou não? A Federação deveria castigar apenas aqueles que tiveram comportamentos incorrectos e deixar os outros participar livremente? Estes comportamentos incorrectos deveriam ter sido sancionados logo no fim da Etapa Regional de Espinho? São várias as questões que me colocaram ao longo destes tempos...
Na verdade, as regras são muito específicas e podem ser consultadas no Regulamento da FAP: - Um árbitro de andebol nacional de andebol não pode participar como atleta em nenhuma prova da Federação, como se pode ler no:

"Artigo 48.º(*) (**)
Limitações ao exercício da arbitragem

Sem prejuízo de outras limitações estabelecidas em regulamentos federativos, e o
disposto no Título 15 do Regulamento Geral o exercício da actividade de árbitro
Nacional , no activo, é incompatível com o exercício de outras funções no seio da
modalidade, a nível Nacional, designadamente :

a) Dirigente ou oficial ao jogo nas sociedades desportivas e nos clubes;
b) Titular de cargos em orgãos sociais da Federação ou Associação Regional de
Andebol ;
c) Treinador, praticante, médico e massagista de Clube ou Sociedade Desportiva;
(*)Introdução de novo artigo aprovada em Assembleia Geral de 5.7.2003
(**) renumeração após Assembleia Geral de 1.07.2006"
O que acontecia é que no Andebol de Praia, até ao último Campeonato Nacional, havia várias equipas, masculinas e femininas, que tinham árbitros nas suas fileiras, mas que participavam, uma vez que a Federação, autorizava a sua participação. E até aqui, sempre correra tudo bem e ninguém se lembrava do artigo 48º. Mas como diz o provérbio: depois de casa roubada, trancas à porta...
Este ano, após a remodelação da Comissão Nacional de Andebol de Praia, da qual fazem parte os elementos federativos, mais 2 representantes das Associações de Andebol de Aveiro, Porto e Leiria, ficou estabelecido, que os árbitros não podiam participar. Esta é uma deliberação da Comissão Nacional de Andebol de Praia da Federação de Andebol de Portugal, que após uma reunião em Aveiro, com os tais membros acima descritos assim determinou.
A aplicação desta regra, não me parece perseguição individual a ninguém (como já me disseram), pois ninguém é assim tão importante. Parece-me sim, que esta regra só agora foi aplicada para que não surjam mais acontecimentos protagonizados em etapas regionais e até na Fase Final que violam claramente o espírito do Andebol de Praia e toda a filosofia que lhe está subjacente.
No entanto, lembro que no dia 29 deste mês, vão estar no Europarque os representantes federativos, a quem se deve efectivamente questionar o porquê da aplicação desta regra no 8º Campeonato Nacional. Na minha opinião, a aplicação desta norma, tem a ver com o facto da Federação estar a tentar proteger os árbitros, assim como os clubes protegem alguns dos seus activos, não os deixando também participar no Andebol de Praia.
Aproveitando ainda a maré de esclarecimentos, queria também informar, que na verdade Portugal, tem desde 2003, um Delegado da EHF para o Andebol de Praia, que tem estado presente em todas as Fases Finais dos Campeonatos Nacionais. Aliás este mesmo Delegado Europeu (português) está presente também nos meetings europeus e nos grandes eventos internacionais, como estão também árbitros portugueses.
Assim sendo, não é muito normal, nem sinal de competência, que um represante de uma equipa como o Arsenal de Canelas, que ainda agora participou na Fase Final da EBT, diga por aí, que vai chamar um Delegado de EHF para vir monitorizar a Fase Final do Campeonato Nacional, quando todos sabemos que Portugal tem um Delegado Europeu de Andebol de Praia, que por norma assiste a todas as Fases Finais e inclusive a etapas, quer quando eram nacionais, quer agora que são regionais. No mínimo, perde toda a credibilidade!
Devemos ter a certeza que o nosso conhecimento da modalidade é global, para não ficarmos mal vistos no exterior, quando algumas pessoas tem tentado com grande sacrificio internacionalizar o nosso Andebol de Praia.

29/05/2008

BEACH HANDBALL = FAIR PLAY

48HORAS DE ANDEBOL DE PRAIA
UM HINO AO FAIR PLAY FAIR PLAY:

- Aperte a mão do seu rival uma vez finalizado o encontro.
- Lance a bola para fora se um rival cair e sofrer lesão.
- Comemore o golo com alegria mas sem ofender o adversário.
- Não permita que os seus companheiros dêem uma imagem que possa prejudicá-lo e a sua equipa.
- Se observar condutas incorrectas nos rivais não faça justiça pelas próprias mãos, comunique-o à Organização.
- O desporto de base é uma das actividades mais apaixonantes para desfrutar do tempo de lazer. - A competitividade que a nossa sociedade impõe não deve transladar-se ao terreno do jogo. No desporto não é preciso ganhar a qualquer preço.
- O desporto de base permite-nos compartilhar emoções com amigos e conhecidos e fomentar a relação social.
- Lembre-se que sem a equipa rival não há partida, não há emoção, não há alegria nem decepção. - É tão necessária que nunca poderá ser a sua inimiga.
- O árbitro também é imprescindível. É tão necessário como a equipa adversária. Respeite as suas decisões e lembre-se que também pode errar.
- Os treinadores e delegados desempenham um papel decisivo no FAIR PLAY. As suas ordens devem inspirar-se na ética desportiva. - É claro que os adeptos devem apoiar a sua equipa, mas procure fazer com que mantenham um comportamento correcto.O terreno de jogo não é o lugar mais adequado para solucionar problemas. Se quer relaxar jogue com a máxima energia e desportismo. O desporto ajuda e reconforta.

14/05/2008

EM AGOSTO VAIS TER QUE PROVAR QUE AGUENTAS...

AS...


48HORAS DE ANDEBOL DE PRAIA EM ESPINHO


Em breve vais ter mais notícias...

prepara-te bem! só para campeões e resistentes!!!

HOJE JOGO EU: INTERCÂMBIO NAS AREIAS

É com muito prazer que este blogue vai suscitando interesse na comunidade desportiva e mais concretamente no meio andebolístico. Depois da colaboração de duas ilustres personagens do Andebol de Praia: Guerra-Peixe (Seleccionador do Brasil, actual campeão do Mundo) e António Canelas (Seleccionador Nacional e Coordenador da Comissão Nacional), da participação de outros ilustres do nosso meio, eis que surjem mais apoios do Brasil, Alemanha, Espanha, Hungria e até Dinamarca. Em breve iremos divulgar notícias destes países. Ao rol destes países, tivemos já visitantes de Marrocos, Uruguai, Noruega, França, Itália, etc...
A todos continuamos a solicitar o contributo, agora que se aproxima a época de Verão. Enviem os vossos eventos, comentários, sugestões...

06/05/2008

TORNEIO DOS DESCOBRIMENTOS





Numa excelente organização do Clube Escola Secundária Gil Eanes, decorreu em Lagos o Torneio dos Descobrimentos. Este torneio teve as duas versões: Indoor e Praia. E foi com esta segunda vertente, que a Praia da Batata, em Lagos, voltou a ter Andebol de Praia, num regresso nostálgico a essas grandes organizações que eram as Fase Finais em Lagos. Para a história ficam algumas fotos dessa tarde espectacular, onde o Andebol de Praia regressou a um local mítico.

25/03/2008

HOJE JOGO EU...

A ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS DESPORTIVOS DE ANDEBOL DE PRAIA
por Paulo Costa
O nosso país é reconhecido a nível internacional pela iniciativa e capacidade organizativa de grandes eventos. Não é preciso pensar muito tempo, para nos ocorrerem grandes eventos organizados em Portugal, com reconhecimento internacional: Expo98, Mundial de Andebol 2003, Euro2004, Rock in Rio, e por aí fora.
O Andebol de Praia, vive neste momento uma enorma expansão a nível interno e a nível internacional. No nosso país vamos para o 8º Campeonato Nacional oficial, certamente em moldes diferentes do ano transacto, mas muito perto da sua estrutura perfeita.
Estamos na fase da massificação, se recordarmos que na 7ª edição participaram mais de 150 equipas. A nível internacional, a EHF, sempre atenta e antecipativa aos fenómenos que colaboram na expansão da modalidade, criou a EBT Tour, um circuito europeu, onde as equipas se inscrevem, em etapas previamente inscritas no circuito e vão pontuando de país em país, numa 1ª fase, até que as melhores pontuações obtidas em 3 etapas, servirão ou não para a Fase Final desta competição, que é organizada sempre em Maio, preferencialmente na organização mais pontuada do circuito. Em Maio deste ano, a Fase Final irá ser jogada em Espanha, na cidade de Valencia! Mas antes de Valencia, já houve quatro atribuições do Master (assim se chama a Fase Final da EBT Tour): Salerno, 2004; Suances, 2005; Paralia, 2006 e Nagaytad, 2007. Aliás o país vizinho, será novamente o palco de uma grande competição, pois em Cádiz, irá ser jogado o Campeonato do Mundo de 2008, isto já depois de ter organizado um Europeu, onde Portugal teve a sua única e última participação internacional, tendo conseguido um honroso 7º lugar!
Esta introdução serve para relançar o tema das organizações locais de etapas de andebol de praia ou de grandes eventos no nosso país!
O que se tem assistido nesta última década, é a um aparecimento de novas etapas, servindo de excepção às quase sempre obrigatórias etapas de Espinho, Nazaré, Pedrógão e Lagos. Estas quatro etapas foram quase sempre o modelo organizativo para novas organizações, embora no último ano, não se tenha jogado em Lagos, as outras 3 adaptaram-se aos novos modelos competitivos: Pedrógão, manteve-se como etapa de Leiria, Nazaré foi etapa e palco da Fase Final; e, Espinho, conseguiu ser etapa de duas associações: Aveiro e Porto.
Mas em que contrastam as organizações portuguesas com as europeias que são constantemente escolhdas para palco de grandes provas?
Antes demais, importa dizer que a EHF, pauta-se por uma rigirosa avaliação das condições postas ao dispôr de todos os intervenientes. A tudo é atribuída uma pontuação: número de campos de jogo, número de equipas seniores, número de equipas jovens, dias do torneio, se tem bancadas e para quantas pessoas, se tem iluminação para jogos à noite, árbitros e delegados internacionais, equipas internacionais, boas condições de alojamento, de alimentação e de transporte, acesso à internet, price money, animação constante e speaker, quadros electrónicos por campo, discoteca, actividades sociais, transmissão televisiva e produção de dvd imediatamente após o final da etapa, entre outros aspectos, que são rigorosamente inspeccionados e a que a EHF chama de Critérios do Torneio. Preencheram estes requisitos 25 torneios europeus, num ano em que nenhuma etapa portuguesa se candidatou a ser etapa EBT.
Espinho (Praia Marbelo) foi em 2004, uma etapa EBT, tendo obtido a 2ª classificação na análise criteriosa da EHF, ficando atrás de Salerno, que organizaria o Masters EBT; o Furadouro, foi em 2005, outra etapa europeia, qonde participaram os campeões espanhóis e europeus: Playa Barbate. Mas isto foram execpções que não confirmam a regra...
Quantas etapas em Portugal passariam da 1ª avaliação europeia? Vejam-se as queixas imanentes da Fase Final jogada na Nazaré! Vejam-se as etapas de apenas um dia, que aconteceram um pouco por todo o lado!
O Andebol de Praia, precisa nesta fase da sua consolidação no nosso país, de grandes organizações, bastante divulgadas nos média, onde além da competitividade, os intervenienetes possam disfrutar de condições aprazíveis e onde seja fácil cativar investidores, para se dar passos firmes, que passam pelas transmissões televisivas!
O outro passo importante seria a organização no nosso país de um grande torneio internacional, de um europeu ou até de um campeonato do mundo.